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Negro Bwé entre os nomeados do Music Awards 2009 Versão para impressão
Terça, 27 Outubro 2009 12:15

Luanda - O músico angolano Negro Bwé consta da lista dos artistas nomeados para a edição 2009 dos prémios "Channel O- Music Awards”, uma promoção da Multichoice, com a música “Beijo”.
 

Fonte: Angop


Nesta edição, onde está igualmente o grupo angolano Kalibrados, Negro Bwé concorre na categoria de Melhor Vídeo da África Austral. O vídeo clip em concurso faz parte do single promocional do seu próximo disco.  


 
Para a mesma categoria, estão nomeados Teagras, Taygrin, Lira, Lizha James (moçambicana) e Rhytmic Elements.


 
O artista manifestou-se surpreso com esta nomeação pelo facto de estar há alguns anos fora dos palcos, realçando estar a preparar-se para o lançamento do seu próximo trabalho discográfico, cujo titulo mantém sob o anonimato.
 


O artista tem no mercado, desde 2004, um disco intitulado “O meu outro lado” produzido pela bue d’ beats.
 


A cerimónia de entrega de prémios acontece a 29 de Outubro, na cidade de Joanesburgo, na África do Sul. Em disputa estarão 14 categorias. 
 


Em edições anteriores, Angola esteve representada pelos Kalibrados, Dom Kikas, SSP, O2, Pentágono, Warrent B, Yola Araújo e Patrícia Faria.

 
Mamborró sugere mais canções para o CAN2010 Versão para impressão
Domingo, 20 Setembro 2009 00:09

Sumbe – O músico angolano Mamborró considerou sexta-feira, na província do Kwanza Sul, gratificante para o país acolher o Campeonato Africano das Nações em futebol (CAN2001), e disse estar disponível para participar da gravação de qualquer tema em homenagem à selecção nacional e em alusão à prova.
 
Fonte: Angop

Image“Devemos falar numa só voz, que deve concentrar-se só na nossa selecção. É por ela que vamos puxar, embora haja muitos pessimistas”, expressou o artista à Angop, à margem da participação no Festival Internacional de Música do Sumbe (Festisumbe2009).
 


Mamborró aconselhou os colegas de profissão a unirem-se em torno de uma música para a prova, embora já tenha sido aprovado um hino oficial, tendo manifestado o seu inteiro dispor em abraçar a causa, com composição de letra ou concepção de melodia.
 


“Se todos estivessem a mesma vontade para nos juntarmos e fazermos uma música isso seria rápido. Temos que produzir uma música já. Preciso da força dos outros. Posso fazer até a melodia, ou começar com uma estrofe. Os outros depois fazem outras”, referiu.
 


Para si, Angola tem potencial para representar condignamente o país na maior prova futebolística do Continente Africano, apesar de ser difícil conquistar o troféu.

 
Rei da Pop M. Jackson morre com 50 anos - Video Versão para impressão
Sexta, 26 Junho 2009 06:20

Chicago – O indiscutível “rei dos reis” de todos os palcos faleceu hoje aos 50 anos de idade.  O mundo perde assim o símbolo, o obreiro de variadíssimos “movimentos de dança”, uma voz única, e acima de tudo um visionário em vários aspectos.

“Os socorristas tentaram durante mais de uma hora reanimar Michael Jackson, depois do cantor ter desmaiado em casa, após uma aparente crise cardíaca, afirmou  Jermaine Jackson, irmão do cantor e porta-voz oficial da família.”

"O rei da Pop" terá sofrido "uma paragem cardíaca", mas a causa oficial da morte não será conhecida antes de uma autópsia, afirmou Jermaine Jackson, durante uma conferência de imprensa, algumas horas após o falecimento brusco de Michael Jackson, com 50 anos, em Los Angeles, Califórnia.

"O seu médico pessoal, que estava com ele, tentou reanimar o meu irmão. Como fizeram os socorristas que o transportaram para o hospital Ronald-Reagan da UCLA", disse Jermaine Jackson, lendo uma declaração.

"À sua chegada ao hospital, às 13:14 (21:14 em Lisboa), uma equipa de médicos com cardiologistas tentou reanimá-lo. Durante mais de uma hora. Não teve êxito", sublinhou.

"A nossa família pede aos meios de comunicação social que respeitem a nossa vida privada durante este período difícil", acrescentou Jermaine Jackson.
"Que o nosso amor esteja contigo, Michael, sempre", prosseguiu.

 

Fonte: Club-k/Lusa

 
Bonga enche espectaculo em Paris com mais de 50 mil espectadores Versão para impressão
Quinta, 18 Junho 2009 15:39

Luanda - O músico angolano José Adelino Barceló de Carvalho "Bonga" confirmou este fim de semana, em Paris (França), ser o mais alto representante da música angolana no exterior.

Durante um espectáculo que contou com a presença de mais de 50 mil espectadores, Bonga soube a sua maneira transmitir o ritmo que lhe é peculiar e recebeu também fortes aplausos de angolanos que souberam honrar a presença dele, erguendo a bandeira nacional.

O espectáculo teve lugar dentro da vasta agenda internacional que o interprete de "Os maiorais" tem para os próximos meses.

Segundo apurou a Angop, Bonga continua a trabalhar com o propósito de brindar os seus fãs com novas canções das quais se destaca "Filho de Capeta não presta".

Nascido a 05 de Setembro de 1942, Bonga continua a ser o músico angolano que mais representou Angola nos palcos internacionais.

Fonte: Angop

 

 
Universitário angolano faz sucesso como rapper na Rússia Versão para impressão
Sábado, 06 Junho 2009 19:11

Moscovo - O rapper angolano Denérido Cudidissa, que usa o nome artístico Dene XL, tem conseguido êxito em casas noturnas, universidades e eventos hip-hop de Moscou.

Estudante de geologia na Universidade da Amizade dos Povos de Moscou, Dene XL lançou, ainda em Angola, em 2007, o primeiro trabalho solo, intitulado "Dentro e Fora do Meu Quarto", em um registro rap hip-hop.

Em declarações à Agência Lusa, o rapper se influenciado por variados gêneros musicais, como kizomba, zouk, fado, samba, e por artistas angolanos e norte-americanos do rap hip-hop.

Para ele, o rap é um gênero musical de intervenção política por excelência, capaz de veicular com impacto a denúncia dos grandes flagelos da sociedade contemporânea.

Além de autor e compositor, Dene XL estreou na Rússia há três anos como produtor, quando sentiu a falta de beats (instrumentais) próprios. Não queria cantar em beats alheios, nem fazer download de ritmos de outros. Adquiriu então material, começou a compor os seus próprios ritmos e se tornou produtor de artistas russos e de outras nacionalidades.

Ainda não conseguiu se adaptar totalmente, mas ressalta o papel importante que a vivência na Rússia tem desempenhado na sua criatividade artística, principalmente pela riqueza da tradição musical do país.

Cotidiano na Rússia

Apesar de nunca ter sido agredido fisicamente, diariamente é alvo de comentários racistas fora da universidade, no metrô e em inúmeras situações do dia-a-dia em Moscou. Com filosofia, considera que esses comportamentos são fruto da ignorância de pessoas que "não sabem conviver não só com pessoas de outras raças, como também não sabem viver de todo em sociedade, pura e simplesmente".

Dene XL se diz feliz por ter vindo estudar na Rússia, principalmente pela qualidade do ensino. Feliz também por aprende muita coisa além dos estudos e por saber que o conjunto de experiências que leva daqui lhe há ser útil no futuro.

Nascido em Luanda, costuma dizer que é do Uíge, terra do pai. A mãe de Dede nasceu do Kwanza Norte. De olhos postos em Angola, pretende voltar em 2010, com o filho e a esposa, Gabriela, equatoriana, depois de concluir o mestrado em geologia.

Tem o cotidiano de um estudante normal, feito de estudo e da vida familiar. No pouco tempo livre, compõe música e, aos fins de semana, encontra-se com os amigos. A comunidade angolana, constituída por cerca de 200 jovens, é a mais numerosa de todas as comunidades estrangeiras da Universidade da Amizade dos Povos.

Do ponto de vista do jovem luandense, não existe diferença entre o DeneXL dos palcos e o Denérido Cudidissa de 25 anos. Quando compõe, tenta exprimir a sensibilidade pessoal e "aquilo que os outros são e vivem". Põe-se "na pele de uma outra pessoa, para transmitir".

Na vida como no palco, DeneXL se define como "uma pessoa direta, de intervenção".

* José Milhazes
Fonte: Lusa

 
Yuri da Cunha é capa de Jornal na Africa do Sul Versão para impressão
Sábado, 30 Maio 2009 13:38

Joanesburgo - “Orgulhosamente africano”, são com estas palavras em negrito que o “City Press”, um prestigiado Semanário sul africano trousse  como manchete de capa no ultimo fim de semana o retrato do músico Yuri da Cunha, que cantou sabado, dia 23 , no festival internacional da musica africana,  no “Mary Fitzgerald Squard”, em Joanesburgo, em alusão as comemoracões do dia da Africa viu.

Yuri da Cunha viu  o seu retrato em grande a cobrir o centro da página do formato A3 da publicação em referência. “O City Press”, é  uma publicação conhecida por prestar mais atenção aos assuntos de natureza politica. Não há conhecimento de um outro cantor angolano que tenham merecido ser manchete de capa num jornal neste pais.

O “Show Man”, como é tratado em Luanda, fez a plateia vibrar com os gestos de dança  que lhe é peculiar, num show que começou as  15horas terminado até ao anoitecer.  Cantou no mesmo concerto reconhecidos cantores africanos como o rapper senegales Awdi, Gang of instrument, do Bennin, coro de gospel do Soweto e a cantora Asa, uma nigeriana nascida em Paris conhecida por ter o seu album alvo de um grémio naquele pais. As imagens do cantor em palco  foram igualmente transmitida em directo pela televisão sul africana SABC, estação promotora do evento.
 
Importa realçar que é raro um cantor angolano vir a este pais e cantar  exclusivamente para uma plateia composta por cidadão sul africanos. Na maior parte das vezes, os musicos angolanos cantam para as comunidades angolanas em discotecas ou outros locais de animação organizados por estas.
 
O repertório de  Yuri da Cunha ficou marcado com uma conferência de imprensa na SABC, a participação em dois programas televisivos e contactos com musicos angolanos residentes neste pais. Fez-se acompanhar da sua banda composta por 10 membros, entre os quais, seis musicos e quatro bailarinas.

Fonte: Club-k.net

 
Londa: A mais jovem cantora de “Hip-Hop” Versão para impressão
Sexta, 29 Maio 2009 14:00

Luanda - De 14 anos de idade, Londa Sabino lançou o seu primeiro disco a 2 de Maio, no Largo da Independência. Intitulado, Preto Rosa Choque, com oito faixas e uma tiragem de cinco mil cópias, o disco foi gravado em Angola e em França, com a produção da Bué de Bits, do cantor e produtor Heavy C.

Apesar de não o conhecer pessoalmente e decidida a gravar a sua primeira obra discográfica, Londa, decide o contacto com um dos melhores produtores do mercado nacional, com quem manteve longas trocas de mensagens pela Internet, até finalmente lhe ter sido proposto um teste de voz.

A mais nova integrante da Bué de Bits, a mascote, como é carinhosamente chamada pelos colegas da produtora, confessa que teve alguma dificuldade em definir o seu estilo de música. “Ao princípio cantava vários estilos, não conseguia decidir qual o que mais me caracterizava”, recorda Londa Sabino.

Aos, dez anos de idade, escreveu a sua primeira letra, que apesar de não a ter gravado, partilhou-a com familiares e amigos próximos.

Estudante do colégio das irmãs católicas de São José de Cologne, desde cedo mostrou o gosto pela música e foi na adolescência que uma colega, a Jacira, a incentivou a entrar em estúdio e a gravar a primeira obra discográfica

A paixão pela música não a impede de ser uma excelente aluna de Física. Londa pretende formar-se em engenharia de petróleo, “estou consciente que nesta altura terei que dar uma pausa a música e dedicar-me somente a minha formação”.

Amante do mar, Londa considera-se boa nadadora, ela que esteve durante três anos como aluna de natação numa das mais conceituadas escolas de Luanda

A mascote já viveu em vários bairros de Luanda. Nasceu na Vila Alice ao Rangel e ainda criança teve que mudar-se para a casa da mãe no Bairro do Saneamento. Pouco tempo depois voltou para a Vila Alice e posteriormente viveu um ano na África do Sul, onde se apaixonou pelo hip-hop.

Seguiu-se um périplo pelos bairros de Luanda que começou no José Pirão, daí para a Maianga na rua ex-António Barroso e finalmente para o Alvalade, onde hoje vive em companhia do pai. Os B-20 e as Dance Girls, são os animadores, que a acompanham em todos os espectáculos que participa. Conheça melhor a “pequena, grande, cantora”.


Como define a Londa?

Sou uma pessoa divertida, extrovertida, conselheira e acima de tudo amiga dos seus amigos. Apesar de as vezes ser um pouco chatinha (risos).


Como e quando começou o seu gosto pela música?

Desde pequena que sempre gostei de ouvir música. No ano passado decidi gravar o meu primeiro disco e correr atrás de um bom produtor.


Desde pequena sempre gostou de hip-hop?

Sim, sempre gostei de hip-hop, acho que me caracterizo nele.


Qual foi a primeira música que escreveu?

Já não me lembro. Faz muito tempo. Mas sei que era hip hop. Na altura nem me passava pela ideia gravar um disco.


Para além das oito faixas que fazem parte do seu álbum tens outras na “gaveta”?

Gravadas não, mas escritas tenho algumas mais que ainda não pude gravar.


E agora já parou de escrever?

Não. Continuo a fazer letras para novas músicas e desta vez com mais experiência. Tenho mais oito letras de músicas escritas e por gravar.


Quem a incentivou a gravar?

Foi uma amiga, a Jacira. Eu já escrevia mas nunca havia pensado em gravar um disco, não nessa altura devido principalmente às aulas. Estudo na escola católica das irmãs de São José de Cologne.


Como é que o seu pai encarou a ideia de gravar um disco?

Quando partilhei com ele a ideia de gravar um disco, ele não conteve os risos. Foi essa a primeira reacção. Mas claro que depois disso apoiou-me e disse: “Ok, se tu queres mesmo gravar procura um produtor e vamos ver…”.


Como foi o primeiro contacto com o Heavy C?

(Risos), foi pela Internet, no Hi5. Apesar de já ter ouvido falar dele e saber que era um bom produtor, nunca havia tido nenhum contacto antes com ele. Fomos trocando mensagens durante algum tempo até que ele me deu o seu número de telefone.

Quem escreveu as letras?

Foram os elementos da Bué de Bits. Quando lá cheguei, mostrei o meu caderno de música e eles riram. Afinal de contas eu ainda era muito inexperiente, e misturava tudo hip-hop com kizomba. Até hoje rimos sempre que nos lembramos daquele momento. Fiz um teste de voz e ritmo musical e ele definiu que o meu estilo era o hip-hop.


Em que estúdio foi gravado?

Começámos a gravar o disco no estúdio Kriativa, do Beto Max e acabamos em França.


Quanto tempo durou a gravação?

Pouco mais de seis meses.

Quantas cópias foram feitas?

Fizemos cinco mil cópias.


Quais foram os músicos convidados a participar?

Tive a participação de vários músicos como a Ary, Pérola, Heavy C, Sarissari, Lawilca e da Karolina e Docinho.


Qual foi o melhor momento durante a gravação?

Um dos melhores momentos foi a gravação de uma música escrita pela Ary e pelo Heavy C, em que tive que decorar e gravar tudo em pouco mais de 15 minutos. E neste dia tivemos ainda que fazer a sessão de fotos e apanhamos cerca de cinco comboios. Isso sucedeu em França.


Para quando o show de lançamento do disco?

Ainda não tenho uma data.


Fará a venda e sessão de autógrafos noutras províncias?

Sim. Em especial no Soyo que é a província do meu pai.


Já tem gravado o vídeo clip?

Estamos a trabalhar para isso, e brevemente estará nas ruas. Será a faixa número 4, “Te quero”, que canto com a Ary e o Sarissari.


Qual foi o concerto que mais a marcou?

Foi o show do Anselmo Ralph e Heavy C. Foi a minha estreia em palco. Tive a sorte de ter sido ao lado de dois cantores que admiro muito.


O grupo de dança B-20, acompanha-a sempre?

Sim. São os meus bailarinos oficiais. Conheci-os num show no festival do colégio Gregório Semedo. Vi-os a actuar, gostei do estilo deles e convidei-os para dançarem nos meus shows.


Eleja um cantor em Angola?

Heavy C. Para além de produtor é um óptimo músico.


Cantora?

A Marita Venus e a Pérola. Adoro a forma delas de cantar.


Que cantores internacionais mais a inspiram?

A Ciara e a Missy Elliott.


Tem conseguido conciliar os estudos com a carreira?

A princípio foi difícil. Na fase das gravações tive complicações. Felizmente fui a tempo de superar. Hoje sei conciliar as duas coisas.

Bilhete de Identidade

 

  • Nome completo: Londa da Conceição Luanda Sabino
  • Naturalidade: Luanda
  • Filiação: Alberto Sabino e Celsa Sabino
  • Data de nascimento: 26 de Fevereiro de 1995
  • Prato preferido: Mufete
  • Desporto: preferido Natação
  • Vício: Internet
*Waldney Oliveira
Fonte: O Pais
 
Celma a nova princesa da musica angolana Versão para impressão
Quinta, 09 Abril 2009 23:20

Alemanha - A cantora Angolana «CELMA», residente na Alemanha, estará brevemente em Luanda para fazer o lançamento do seu 1° album musical, « ENERGIA » com produções de KAYSHA (O king do Zouk), M&N PRO (Cabo-Verdianos produtores de: NELSON FREITAS, NEUZA, MIKA MENDES, JOHNNY RAMOS, CHELSY SHANTEL e outros...) O Album contará ainda com produtores internacionais como: LOOMIS GREEN (Florida), STREETAGY (Alemanha), Y.L (NGU Records, Alemanha), JAY DA COSTA (Brasil) e HELLRHYMES (Holanda).

O album «ENERGIA» comportará vários estilos musicais, como: Ghetto Zouk, Semba, RnB, Soul, Kizomba. O album de música « CD » ENERGIA, terá temas diversos dos quais todos poderão disfrutar. O album « ENERGIA » comportará ainda uma surpresa: A musica « MONAMI » da cantora « Lurdes Van-Dúnen ».

«MONAMI» será música bónus em homenagem à Tia Lurdes, ela que foi e sempre será a «RAINHA DA MÚSICA ANGOLANA» Todas as letras e melodias foram escritas e feitas pela cantora multi-talento Celma.

A gravação e captação das músicas foi feita em vários stúdios como: POW WOW (Danillo Tavares), HMG (Colónia), HELLRHYMES (Rotterdam). O album comporta ainda Participações sérias de: VUI VUI (Kalibrados), Maya Cool,Milton Cruz. Para quem não conhece a cantora... Celma é Angolana e super talentosa, feito este que lhe permitiu dividir palcos e abrir espectáculos de cantores de renome internacional, africanos e americanos, tais como: 50 Cent, DON KIKAS, NELSON FREITAS, BLACK EYED PEAS, JOHNNY RAMOS, LIL KIM, 112, AKON, LIL FLIP, DJ UNK e FREDO STARR.

Celma participou ainda em vários concursos e programas de Tv, com maior realce ao TV SHOW « IDOLOS 2009 », onde participaram cerca de 32.000 candidatos. Celma conseguiu ir até ao top 30! O SHOW será apresentado na Europa pelo prestigiado canal de televisão Alemã RTL.

Tema relacionado:

Concorrente angolana eliminada do concurso "Ídolos" na Alemanha

 http://celmaribas.hi5.com
 www.myspace.com/celma10
 http://www.youtube.com/miscel
Fonte: Club-k.net

 
Bonga censurado em Angola Versão para impressão
Segunda, 16 Março 2009 09:10

Lisboa - Artistas próximos a Bonga observam que o “Embaixador da musica” angolana continua censurado em Angola em termos musicais. O Musico chegou a lamentou com o ultimo sucedido.

Estava previsto que Bonga  participasse no ultimo trabalho do musico Yuri da Cunha “Kuma kwa Kié”, ao que não sucedeu-se. Tanto Bonga viu-se afastando por motivos ate agora não esclarecidos conforme é adiantado por uma fonte.

“Mesmo apesar de ter sido recebido em ausência pelo mais alto mandatário de Angola, José Eduardo dos Santos, o “Bonga Kwenda”, continua censurado em termos musicais, declarou a fonte ao Club-k.net detalhando que “Tal como muitos apreciadores e conhecedores da sua música já se vêm interrogando sobre o porquê da ausência de Bonga no último trabalho de Yúri da Cunha, a razão, é a censura a que sofreu o disco antes de ser editado.”

De Yúri da Cunha tem como mentor artístico no seu estilo musical e dança, Bonga Kwenda, e este por sua vez não esconde  admiração pelo jovem talento. Em privado diz que Yúri daria num bom sucessor: “O jovem tem talento e nós estamos aqui para ajudá-lo, foi o que sempre fiz”.

Fonte: Club-k.net

 
“A Wanga”: da cantora Ângela Ferrão Versão para impressão
Quarta, 25 Fevereiro 2009 14:27

Toronto - Acabo de receber e escutar o disco da cantora e compositora Ângela da Conceição Paulino, de seu nome artistico Ângela Ferrão, intitulado Wanga. Um disco que traz semba, kilapanga, kizomba e tarraxinha. Um disco que revisita grandes sucessos do cancioneiro angolano e que conta com a participação de alguns gigantes da nossa música

 Um disco que demorou, mas saiu e que vale a pena escutar

Aqueles que frequentaram o Instituto Médio de Economia de Luanda(IMEL), nos meados dos anos noventa, devem lembrar-se, com certeza, da jovem que circulava na escola com a sua viola e que nos eventos culturais daquela instituição interpretava músicas da Roberta Miranda, dos N’gola Ritmo e algumas poucas de sua autoria. Na altura, chegou a ganhar o nome de Roberta Miranda angolana.

A jovem estudante e cantora, acabada de chegar a Luanda no início dos anos noventa, vinda da sua terra natal, Gabela, Kwanza-Sul, já trazia consigo uma bagagem cheia de referências, como a de vencedora do programa infantil de rádio (Pió-Pió), da Rádio Nacional de Angola, aos cinco anos de idade, assim como ser filha de um grande músico, o kota Lito Ferrão. As pessoas que a escutavam logo reconheciam as suas grandes qualidades musicais, mas os patrocinadores demoravam a aparecer.

Na paróquia de São Francisco Xavier, onde a conhecí, Ângela Ferrão gozava de grande prestígio, quer pela sua participação no grupo coral quer pela animação que proporcionava nas tardes juvenis.

Em casa dos meus pais, Ângela foi apelidada de Moça da Viola, nome este que perdura aos dias de hoje, passados que são mais de 15 anos. O nome foi dado pela pequena Bruna, hoje uma moça a viver algures na Inglaterra.

Depois de mais de dez anos sem qualquer tipo de contacto com a cantora, a boa nova do lançamento do disco veio por intermédio de uma outra amiga de longa data, a Amor de Fátima. Solicitei imediatamente o contacto da Moça da Viola para felicitá-la pelo êxito conseguido e, como não poderia deixar de ser, solicitar uma cópia autografada do disco, que afinal fiz parte da sua gestação. Passaram-se alguns meses desde o dia da solicitação, mas finalmente o Wanga chegou.

Enquanto escutava as músicas fui lendo as letras, os agradecimentos e a ficha técnica e lá estava o meu nome no meio de outros tantos. Deu para perceber que o disco é uma obra bem trabalhada. Não por ser da Ângela, mas porque há músicas para todos os gostos, uma mistura do tradicional e do moderno, assim como se misturam as nossas tradições com o amor, para além de ter uma capa que dispensa qualquer comentário: ela está muito bonita!

Trabalharam no disco grandes pesos pesados como o Nanuto, Ruca Fançony, Pedrito, Sandro Ferrão, Dalú Rogeé, Beth, Gigi e Cidy, Caló Pascoal, Joãozinho Morgado, Kinito, entre outros.

A abertura do disco é feita com uma homenagem bem merecida ao grande kota Teta Lando, com Ângela Ferrão a interpretar a música na língua kikongo intitulada Lua Una, um grande sucesso dos anos 70 no qual o músico faz um apelo à necessidade de união entre os angolanos. Quer os faladores de kikongo quer os entendidos da nossa música dizem que a interpretação “está demais”.

A música que dá título ao disco, «Wanga» (Wa Mussulo), letra e música do seu pai Lito Ferrão, a cantora faz um levantamento, assim como faz algumas reservas as tradições africanas que em muitos casos, interpretam a morte de uma criança como “obra do mal”, daí toca ir ao kimbanda para saber se “foi por vontade de Deus, de fome ou por feitiço”.

Se o seu gosto vai para tarraxinha, com mensagens amorosas, então escute as músicas número quatro e seis: «Me Leva», letra e música de Ângela Ferrão e «Tudo Enfim», letra e música de Euclides da Lomba. De resto, Da Lomba participa ainda com letra e música na canção «Perdoa-me». Há ainda a participação de Gabriel Tchiemba que escreve a letra «Sala Kanaua», cuja música cantada na língua nacional chokwe é da autoria da Ângela Ferrão.

Para além da estreia da cantora, Lito Ferrão estreia-se com as músicas na língua kimbundo «Mema ya Simba» e «Vavô Rosa», para além de «Wanga».

O «Wanga» termina com um bolero intitulado «Não te Vás Embora», letra e música de Ângela Ferrão. Escutei esta música pela primeira vez nos meados de 1997, com outros arranjos e mais acústica. Mas, como dizem as más bocas, só a DHL e os terroristas conseguem parar os aviões. “E quem me viu/ apenas só dizia/ já é tarde/ já é tarde”.

Para quem já escutou as músicas sabe que o disco é bom e que vale a pena comprar um. Para quem ainda não escutou, terá de esperar mais um pouco, já que os discos esgotaram. Ângela Ferrão disse em conversa telefónica estar “a fazer tudo para colocar no mercado, no mais curto espaço de tempo, a reedição da obra devido a solicitação constante do público. A data mais provável será em Junho”.

Uma obra como o «Wanga» deve ser apreciada na versão original. As cópias têm vários inconvenientes. Primeiro é que são ilegais, segundo é que a qualidade não presta e terceiro não se está a ajudar os músicos a crescer, quer em qualidade quer em prestígio.
Já agora, deveriamos ir a um “kimbanda de fama” para saber onde foi que a Ângela Ferrão foi buscar tanta perseverança; nunca desistiu, sempre acreditou e agora aparece com o «Wanga… »

P.S. Ainda não perdoei aquele maldito avião que me levou para bem longe!


Texto: Humberto Costa
Fotos: Sérgio Afonso
Fonte: Nove Ilhas

 
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