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Economia


Sonangol com lucros de mais de dois biliões dólares Versão para impressão
Terça, 02 Março 2010 13:24

Luanda – A Sociedade Nacional de Combustíveis de Angola (Sonangol) teve, em 2009, em termos de desempenho financeiro, um lucro líquido de 2,4 biliões de dólares norte-americanos, anunciou quinta-feira em Luanda, o presidente do conselho de administração da companhia, Manuel Vicente.


Fonte: Angop


ImageNo período em referência, disse o gestor da empresa pública de petróleos, as vendas atingiram o valor de USD 13,2 biliões, enquanto os custos associados as mesmas estão calculados em um bilião de dólares norte-americanos.

 


"São resultados ainda provisórios, está-se na fase de apuramento e neste momento trabalha-se para a divulgação dos resultados definitivos", explicou Manuel Vicente durante uma conferência de imprensa, realizada por ocasião dos 34 anos de existência da Sonangol.

 

"Apesar da crise, dos seus impactos e efeitos sobre a actividade operacional e financeira, a Sonangol mantém a sua robustez financeira, assente nos lucros, que são superiores a dois mil milhões de dólares. Está com um endividamento que podemos considerar moderado e está com um forte, sólido e crescente fundo de maneio líquido e com uma liquidez que é invejável", referiu.

 

De acordo com o gestor da Sonangol, a rentabilidade do activo, dos capitais próprios e do investido cifra-se, respectivamente, em 10,84%, 20,24% e 19,76 porcento.

 

Em termos de obrigações para com o fisco e o Tesouro Nacional, disse, a companhia Liquidou em impostos, no ano transacto, 936 milhões de dólares, tendo pago ao Estado, como resultado de dividendos do exercício de 2007/2008, cerca de USD 436 milhões.

 


Manuel Vicente considerou que 2009 foi um ano difícil, de muitas restrições e com um cenário económico nacional e internacional desfavorável.

 


Segundo disse, a conjuntura obrigou-os a fazer ajustamento nos programas de trabalho e consequentemente nos orçamentos, quer a nível operacional, quer de investimento.

 

"Em 2009 prosseguimos com o processo de reestruturação, que visa consolidar a cadeira organizacional da empresa, no qual a companhia está, cada vez mais, a tornar-se uma casa financeira, passando os negócios a serem geridos a nível das suas subsidiárias", sublinhou.

 

A nível das subsidiárias, afirmou, a Sonangol continuou a consolidar o papel de companhia operadora, entrando no negócio de refinação e tendo registado a consolidação do controlo da refinaria de Luanda e sua respectiva operação e foram executados alguns estudos com vista a sua melhoria e modernização.

 

Em relação à cadeia de distribuição, disse que a empresa continuou com o programa de expansão da rede distribuição, com base no plano director, ao mesmo tempo que procurou fortalecer a Sonangol Holding, como empresa que consolida todas participações sociais que a companhia detém participação.

 


A Sonangol trabalhou, em 2009, em termos de indicadores com um preço médio de petróleo de 61,64 dólares, com uma produção de 684 mil barris/dia, utilizando uma taxa médio de câmbio de 89 Kwanzas por cada dólar dos EUA.

 
PGR confisca bens de envolvidos no escândalo do BNA Versão para impressão
Segunda, 15 Fevereiro 2010 15:42

Lisboa - A Procuradoria Geral da República de Angola (PGR) adoptou metodos que a levam a convocar implicados ou suspeitos do caso do BNA submetendo-os a subscrição de um documento  em que os convocados declaram que em caso de se serem declarados culpados  os seus bens (dinheiros, carros, casas) passam a ser propriedade do Estado angolano. A medida do procurador João Maria de Sousa  é adaptada em procedimentos usados em países comunistas como a ex -União Sovietica onde se formou.

Fonte: Club-k.net

Começou  tolerância zero contra a corrupção

No grupo de figuras que terão assinado esta “declaração de  confisco de bens”  consta  uma alta funcionaria do BNA, Isabel da Conceição Luanda,  que responde pelo departamento de gestão de reservas daquela instituição bancaria. (o seu departamento tem função de  disponibilizar à área Comercial os fundos cambiais necessários para a execução des pagamentos externos autorizados e acompanhar a evolução da balança cambial do País). Em finais do ano passado, aquela directora do banco  foi impedida de viajar para o exterior do país a porta do  avião. 


Outros convocados para subscrição da declaração  e que gozam de liberdade é Jair Santana e Hélder Cardoso “Bakongo” cujo depoimento de colaboração/cooperação  agradou as autoridades angolanas. Recentemente foi detido, a luz deste processo,  um empresário, Jorge de Morais “Jojo”.


A  PGR pretende  inicialmente escutar figuras das bases (vulgo pontas de lanças) a fim de estarem devidamente municiados de informações que facilitarão a  encarceramento de altos dirigentes ou antigos membros  do regime da linha de Pedro de Morais e de Amadeu Mauricio. Virgilio Fontes Pereira e Edeltrudes Costa, antigo  Ministro e “Vice” ministro da administração territorial são citados como devendo responder pelos destinos que foram dados aos  fundos que  seriam para as eleições presidências de 2009. (previsto no  orçamento de Estado.)


Todas estas figuras estão proibidas de sair do país e com  movimentações controladas (V F Pereira foi autorizado a deslocar-se ao Brasil para consultas medicas ao que pricipitou a sua ausência na tomada de posse  no parlamento como deputado.)

 
Empresários angolanos contra ”concorrência desigual” Versão para impressão
Quarta, 10 Fevereiro 2010 13:44

Lisboa - Está a ganhar adeptos entre empresários/investidores angolanos um “movimento” no sentido de persuadir o Governo a conceder-lhes apoios materiais por si próprios considerados indispensáveis para fazer face à “concorrência desigual” de empresas estrangeiras a operar em Angola.


Fonte: AM


No seu entendimento, os investimentos destas empresas em Angola são financiados pelos governos e outras entidades públicas dos seus países; muitas procuram Angola com o intuito de resolver/minorar problemas que enfrentam nos seus países; visam retornos rápidos e vantajosos; os seus projectos são em muitos casos desprovidos de qualidade.

 
Angola: Falcone Movimentou Dezenas de Milhões de Dólares por Bancos Americanos Versão para impressão
Sábado, 06 Fevereiro 2010 13:59

EUA - Dois bancos americanos foram mencionados num relatório como não tendo levantado duvidas à movimentação de milhões de dólares por Pierre Falcone o comerciante a cumprir pena de prisão em França por trafico de armas para Angola.


* João Santa Rita
Fonte: VOA


O documento, produzido pelo Senado americano, diz também que a instituição financeira HSBC deu a um banco angolano o Banco Africano de Desenvolvimento acesso ao sistema financeiro dos Estados Unidos  apesar do banco angolano não ter identificado todos os seus donos e não ter fornecido documentos sobre a sua politica para impedir lavagem de dinheiro.


A legislação americana requer uma maior investigação à movimentação de fundos  por pessoas com ligações politicas tais como Pierre Falcone mas o documento diz que o Bank of America não investigou os fundos movimentadas por Pierre Falcone.


Falcone e seus familiares usaram 29 contas diferentes no Bank of America entre 1989 e 2007 para movimentar milhões de dólares em fundos que o relatório considera de suspeitos.


O comité do senado que investigou a questão localizou 60 milhões de dólares em actividades que considera de suspeitas acrescentando que entre 1999 e 2007 Pierre Falcone esteve envolvido  em inúmeras transacções suspeitas.


O Bank of America encerrou as contas de Falcone em 2007.


O relatório afirma ainda que a instituição financeira HSBC, sediada em Londres, permitiu a abertura de varias contas na sua filial nos Estados Unidos por parte do Banco Africano de Desenvolvimento e que dezenas de cartões de credito dessa instituição foram emitidos a favor de empregados do Banco África de desenvolvimento.


Apesar de esforços para se verificar a quem pertence o Banco angolano a HSBC pode apenas identificar 19,5 por cento das acções.


O relatório confirma uma notícia anteriormente divulgada de que vários bancos americanos resistiram a uma tentativa do antigo presidente do Banco Nacional de Angola, Aguinaldo Jaime para tentar transferir 50 milhões de dólares de fundos governamentais angolanos para uma conta privada em 2002.


O incidente deu se em 2002 e segundo um relatório de um perito que analisou a questão a transferência poderia ter sido parte de uma fraude requintada para se defraudar o banco central angolano.

 


Movimentação de Fundos Angolanos Debatida no Senado Americano 

 

 Uma comissão do Senado americana ouviu ontem detalhes sobre a movimentação de milhões de dólares de vários países africanos, incluindo Angola, em esquemas relacionados com o desvio e lavagem de fundos do governo.


O Senado americano está a estudar legislação para reduzir o uso de instituições americanas por dirigentes e funcionários corruptos.

 

Numa audiência realizada ontem vários casos envolvendo Angola voltaram a ser abordados, nomeadamente a transferência de milhões de dólares por Pierre Falcone, o empresário a cumprir pena de prisão em França por tráfico de armas para Angola e que juntamente com os seus familiares terá usado 29 contas diferentes no Bank of America entre 1989 e 2007 para movimentar milhões de dólares em fundos que o relatório considera de suspeitos.

 

O comité do Senado que investigou a questão localizou 60 milhões de dólares em actividades que considera de suspeitas acrescentando que entre 1999 e 2007 Pierre Falcone esteve envolvido  em inúmeras transacções suspeitas.

 

O Bank of America encerrou as contas de Falcone em 2007. William Fox, do Bank of America admitiu que o banco deveria ter actuado de melhor maneira no caso de Pierre Falcone que entre 1999 e 2003 recebeu em diversas das suas contas mais de seis milhões de dólares de clientes que não foram identificados.

 

Outro caso que esteve em discussão foi um envolvendo uma tentativa do antigo presidente do banco nacional de Angola e antigo vice primeiro ministro Aguinaldo Jaime de transferir 50 milhões de dólares para uma conta privada através de bancos americanos.

 

Arvind Ganesan, director para questões empresariais na organização de direitos humanos Human Rights Watch acompanhou o caso e DISSE Á Voz da America que Aguinaldo Jaime  "tentou transferir 50 milhões de dólares do banco central para os Estados Unidos sob pretexto de que se tratava de fundos para ajuda humanitária".

 

"O banco nos Estados Unidos considerou a operação de suspeita e devolveu o dinheiro. Dois meses depois em Agosto de 2002 ele tentou a mesma coisa em conjunto com vários outros indivíduos. Mais uma vez o banco considerou isso de suspeito, disse aquele especialista da Human Rights Watch.

 

Ganesan disse que neste caso dois bancos americanos o Bank of America e o Citibank consideraram a operação de suspeita. O Citibank acabou mesmo por fechar os seus escritórios em Angola.

 

Outro banco que teria estado envolvido nas tentativas de Aguinaldo Jaime para transferir dinheiro foi o HSBC que teria sido também  usado para a compra de títulos do tesouro americano por entidades angolanas. .

 

Na audiência de ontem Wecher Mandemaker, director para controlo de lavagem de fundos no HSBC, não pode contudo responder a questões sobre as relações do seu banco com o banco central de Angola e sobre actividades em bancos nas Bahamas. O HSBC disse não poder responder a perguntas sobre o uso de contas em bancos fora dos Estados Unidos pelos seus clientes devido entre outras questões ás leis de segredo bancário que existem nas Bahamas.

 

Mandemaker  disse ao comité do senado não saber se o HCB tem ligações com o Banco Nacional de Angola nas Bahamas algo que desagradou visivelmente a alguns dos senadores.

 

O senador Carl Levein disse ontem que  a corrupção deve ser combatida em todos os locais porque destrói a lei, o desenvolvimento económico e a sociedade civil.

 

Arvind Ganesan disse que a transferência ilícita de fundos afecta também o bem estar das populações dos países visados:

 

Dando como exemplo o caso de Angola Ganesan recordou que a num relatório publicado pela sua organização em  2004  indicou que entre 1997 e 2002 -  na altura em que Aguinaldo Jaime era ou director do banco central ou vice primeiro ministro - quatro mil e 220 milhões de dólares desapareceram. Nesse mesmo período o gasto total para questões sociais e humanitárias em Angola foi de quatro mil e 270 milhões de dólares.


" Durante esse mesmo período todos os principais padrões de desenvolvimento caíram. Quer seja saúde, ou educação ou outro serviço essencial ou necessidade poderiam ter sido melhorados se os quatro mil milhões de dólares que desapareceram tivessem sido investidos no povo angolano em vez de terem sido esbanjados, mal administrados ou roubados," disse o especialista.

 

Arvind Ganesan da Human Rights Watch disse ainda apoiar medidas para que os corretores de propriedades sejam obrigados a saber a proveniência de fundos usado na compra de propriedades nos Estados Unidos.

 
Descobertas de petróleo inferiores a esgotamento de reserva Versão para impressão
Terça, 26 Janeiro 2010 12:53

Lisboa - Os recursos petrolíferos de Angola, estarão exaustos dentro de 18/20 anos – um cenário que poderá ocorrer ainda antes em caso de sobre-exploração. A estimativa faz parte de um estudo competente sobre o assunto; é apoiado em dados considerados “concretos”, tais como o de que as descobertas de novas reservas são menos importantes do que as que estão em vias de se esgotar.


Fonte: AM


ImageCasos apontados como elucidativos:


- O Bloco 14, em exploração nas águas profundas de Cabinda, apresenta um potencial menor que o Bloco 0, nas águas rasas, em exploração desde há c 40 anos e em vias de esgotamento/envelhecimento de poços.


- As altas expectativas em relação ao potencial previsto dos Blocos 33 e 34, situados a sul da foz do Rio Zaire, não foram confirmadas nas prospecções; aos Blocos 31, 32, 33 e 34, todos licitados em 1998/99, competia repor e acrescentar o nível de reservas identificadas.


- Têm decrescido expectativas de descobrir depósitos de petróleo com valor comercial na metade S do offshore, em consequências de resultados considerados “pouco animadores” de prospecções nos Blocos 9, 21, 22 e 25.


- Apenas o Bloco 17, já em exploração, tem potencial mais elevado que os Blocos, 2 e 3, que se destina a substituir, por terem entrado em declínio.


A Sonangol esperava compensar os efeitos da desactivação do Bloco 0 com o início da exploração de petróleo no onshore de Cabinda, mas os trabalhos têm sido prejudicados pelo clima de insegurança no território. A Roc Oil e a Devon (subsidiária da Chevron), são as companhias a que foi licitada a exploração do onshore.


Conforme o estudo citado o potencial das reservas petrolíferas de Angola é de c 12 biliões de barris. O Banco Mundial estima as mesmas em c 9 biliões. Na imprensa internacional a grandeza das reservas aparece geralmente empolada – até 25 biliões, potencial da Nigéria.

 
Presidente da República recebe garantias do FMI Versão para impressão
Quinta, 17 Dezembro 2009 08:57

Luanda – O Presidente da República, José Eduardo dos Santos, recebeu, quarta-feira, em Luanda, do director geral adjunto do Fundo Monetário Internacional (FMI), Takatoshi Kato, “a determinação desta instituição financeira mundial em trabalhar com Angola, essencialmente no programa Stand-By celebrado em Novembro passado”.


Fonte: Angop


Em 23 de Novembro passado, o conselho de administração do FMI aprovou um acordo Stand-BY com Angola, no montante de 1,4 mil milhões de dólares, para o alívio da balança de pagamentos.

 

Este acordo que tem a duração de 27 meses ajudará o país a fazer face aos efeitos da crise económica mundial.


 

Em declarações à imprensa, no final da audiência de cerca de 40 minutos, Takatoshi Kato disse que aproveitou a ocasião para abordar com José Eduardo dos Santos aspectos atinentes às relações de cooperação com esta instituição financeira mundial.


 

O interlocutor do Chefe de Estado angolano congratulou-se com o facto de Angola “ter implementado o sistema opcional do mercado cambial internacional” e, por outro lado, “já ter aprovado o seu orçamento geral de 2010 “.


 

“São dois elementos que fazem parte do referido acordo e que (…) pensamos que foi um bom ponto de partida para aquilo que se pretende implementar”, disse ainda o director geral adjunto do Fundo Monetário Internacional.


 

Acredita que Angola poderá alcançar, no próximo ano, um considerável desenvolvimento a julgar pelo facto das receitas fiscais deste país dependerem grandemente do sector petrolífero.


 
     
Noutra parte das suas declarações asseverou que o Fundo Monetário Internacional irá “trabalhar com Angola na reestruturação do seu sistema financeiro”, entre outros aspectos.

 


Anunciou que o FMI indicará, para breve, um “representante residente” que auxiliará na gestão de várias questões de cooperação que esta instituição mantém com Angola.

 
Governo autoriza maior banco de África a operar no país Versão para impressão
Sexta, 11 Dezembro 2009 11:22

Joanesburgo - O Conselho de Ministro  autorizou recentemente,  o “gigantestico”  banco sul africano, “Standard bank”, a operar no país, como um  banco comercial normal  devendo assim  transformar o seu escritório de representação em Luanda,  em activos e capitalização bolsista. O anuncio da autorização foi tornado publico a partir de Joanesburgo,  onde esta  instituição bancaria tem a sua sede.



Fonte: Club-k.net


Em comunicado assinado pelo seu presidente executivo, Clive Tasker, aquela instituição invoca as motivações que impulsionaram a entrar no mercado angolano tendo o mesmo   afirmando que "Angola é um mercado extremamente importante para o Standar Bank pois oferece oportunidades em diversos sectores, casos do petrolífero, mineiro, agrícola e comercial".



Tasker disse ainda que o Standard Bank vai abrir um banco de serviço completo em Angola, embora com o acento tónico na banca de investimento e de apoio às empresas, e que o mesmo deverá estará em funcionamento em meados de 2010.


O  Standard Bank Angola terá um  presidente executivo, Pedro Pinto Coelho, um bancário português com créditos no mercado. O mesmo foi  CEO da Amorim Global  Investors, tendo também sido administrador do Banif Investimento, no Brasil e em Portugal, e exercido funções antes disso ainda na Salomon Brothers, BES Investimento, Finantia e Citigroup Portugal.



"Queremos ser um banco de referência em Angola, não um banco de nicho, e estar numa posição de topo num horizonte de cinco anos", diz o novo CEO do Standard Bank, citado pelo o Diário Económico. Aquele responsável  explica ainda  que o banco começará por apostar na banca de empresas e de investimento, sendo o objectivo a prazo "crescer, gradualmente, também na área do retalho".


Considerado como o maior banco de África, o Standard Bank opera em mais de dezoito  países africanos (Kenya, Moçambique, Namíbia, Tanzânia, Botswana, Nigéria, Zâmbia,  Congo Democrático  e etc. passou a ter escritórios  de representação em Luanda desde 2006.  O contacto de alto nível que mantiveram com as autoridades angolanas deu-se em Janeiro deste ano quando o líder do grupo financeiro, o sul africano, Matamela Cyril  Ramaphosa foi recebido em Luanda pelo  Presidente José Eduardo dos Santos.  No final da audiência o empresário sul africano disse aos jornalistas que transmitiu ao estadista angolano,  a intenção de operar em Angola e de procurar parceiros nacionais para balançar os seus 51% de participação.

 
“Kopelipa” lidera pela parte angolana as negociações entre Spoornet e CFB Versão para impressão
Quarta, 09 Dezembro 2009 21:33

Luanda - 1 . A gestão do CFB-Caminho de Ferro de Benguela, será entregue, após a sua reabilitação, à Spoornet – principal operadora ferroviária da África do Sul, detida pela Transnet, holding do Estado. Em fase posterior a Spoornet deverá adquirir participação no capital do CFB.


Fonte: AM

O assunto vem sendo objecto de conversações nas quais a parte angolana é representada pelo GRN-Gabinete de Reconstrução Nacional, na pessoa do seu director, General Vieira Dias “Kopelipa”. O GRN tem sob sua alçada directa (AM 268) a reabilitação das três vias férreas de Angola, em que participa a CIF-China International Fund.


2 . O CFB passou em 2001 para a posse plena do Estado – por caducidade dos direitos de concessão contratualmente detidos pela Tanks (depois pela Société Générale), que duraram 99 anos. Está prevista a sua futura privatização, sendo nesse quadro que investidores nacionais e a Spoornet se tornarão parceiros do Estado.


A gestão do CFB pela Spoornet será inicialmente efectuada mediante um contrato de gestão a entrar em vigor por alturas da reabertura da via. O processo de privatização será aberto provavelmente dois anos depois. Entre os investidores angolanos interessados na privatização conta-se o próprio director do GRN.O interesse de M H Vieira Dias “Kopelipa” e de outras personalidades da elite política, relegou para plano secundário o interesse antes manifestado por quadros da actual administração do CFB, incluindo o PCA, Brig Daniel Quipaxi, que recentemente pretendeu afastar-se.


3 . A conclusão das obras de reabilitação do CFB vem sendo adiada desde 2007 (AM 215). As previsões oficiais estão agora fixadas em 2011, mas há avaliações técnicas que consideram improvável tal calendário. As obras, cujo dono é o GRN, em representação do Estado, prosseguem com mais lentidão do que é feito constar.


O CIF tem o estatuto de empreiteiro geral; nessa qualidade subcontratou várias empresas chinesas de construção, que procedem à reconstrução da via em troços diferentes. Os atrasos por que as obras têm passado são atribuídos a dificuldades técnicas e burocráticas, mas também ao elevado grau de destruição em que a via se encontrava.


A entrada da Spoornet no CFB é vista como correspondendo à sua aspiração de vir a aumentar a preponderância que já tem na organização e funcionamento das redes transfronteiriças do sistema ferroviário da África Austral. A italiana Tor di Vale (AM 029) foi inicialmente o parceiro seleccionado para o CFB.

 
BAI eleito banco do ano em Angola Versão para impressão
Segunda, 07 Dezembro 2009 12:08

Luanda - O Banco Africano de Investimento (SA-BAI) foi eleito recente, pela revista "The Banker" do Grupo Financial Times, como o banco do ano em Angola, pelo seu crescimento registado em 2009.


Fonte: Angop


De acordo com um documento do BAI a que a Angop teve acesso hoje, sábado, em Luanda, o banco registou um crescimento sustentado, medido por dimensão dos activos, consistência dos fundos próprios e rentabilidade num período em que já se adivinhava o impacto da crise internacional sobre a economia angolana.



A nota acrescenta que para a atribuição do prémio, pelo segundo ano consecutivo, o The Banker teve ainda em conta a capacidade estratégica do BAI, ao manter-se como o primeiro banco de capitais angolanos a figurar no top 20 dos bancos africanos por activos líquidos.



Nesta categoria, o BAI é o 13º maior banco do continente africano.



Por sua vez, o presidente da comissão executiva do BAI, Lima Massano, afirmou que a força do modelo de negócio basea-se na orientação de necessidades especificas do mercado angolano.



"A conquista desta distinção é um reconhecimento a contribuição que o BAI tem dado ao desenvolvimento do sistema financeiro angolano", referiu Lima Massano.



No concurso participaram 740 bancos de 150 países.

 
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NZOJI VA T FAIRE FUTRE CHIEN SALE NAO SABES O Q DIZES
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Esta e mais uma das filhas de ***** de nando. sabes quanto custa os teus estdos da vaidade na inglaterra no cofres de todos nos? Pensa nisso e diga ao teu pai que 95% dos angolanos deseja a morte dele por ser um sanguesuga a nacaoo
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estou descorcetado)onde è q ANGOLA vai parar? Igual q o Congo ex-belga ou seja o Zaire alias R.D. do Congo em termos d corrupçao, desoganizaçao, alias metade desta populaçao ja està vivendo em Angola. Ai q desgraça. Estamos perdidos e mesmo q o ditador amanha morre, oxala seja o seu substit...

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