SmallMediumLarge
Bastidores


Deus e suas prostitutas - Domingos da Cruz Versão para impressão
Sábado, 13 Março 2010 01:00

Brasil - O homem é um ser múltiplo e uno. É de uma complexidade inquestionável, um ente misterioso como dizia Santo Agostinho de Hipona. A abordagem sobre o homem desemboca sempre no ‘Ser Absoluto’, daí que no mundo contemporâneo assistimos uma fusão profunda entre o fenómeno religioso e o problema antropológico e com outros contornos intersapienciais concatenados.


Fonte: Club-k.net


Atentemos a um facto, no qual as nuances acima expressas epifanizam-se: 28 de Janeiro de 1984, Kakinda percebe que está gestada. Deu a conhecer ao Nzonji – seu marido.


Passados dois meses, numa manha reluzente e agradável com o cantar dos pássaros e dos sabores da terra do maravilhoso mato – Kunda-Dia-Base – Kakinda começou a sentir-se mal.


Nzoji Nzoji Nzoji – chamava gritando – Nzoji respondeu – Tó à vir. Nzonji chegou e a esposa explicou que estava a sentir o bebé fora do lugar!


Nzoji foi às pressas chamar o Padre da paróquia circunvizinha. Depois de o Padre tomar conhecimento da enfermidade da Kakinda, tendo visto a aflição do marido da … pegou o carro.
Nzoji perguntou – Padre Mbiti, o carro é para quê? – O Padre respondeu – para levar a tua esposa ao hospital.


Padre, Kakinda não gosta de ir ao hospital, por isso gostaria que o Padre fosse a casa para rezar por ela.


O Padre Mbiti retorquiu – Minha ovelha, neste momento a oração deve ser acompanhada de tratamento de forma simultânea, para que a intervenção dos médicos e o efeito dos medicamentos sejam, de facto frutíferos. Recordas-te quando Moisés fez a travessia no Mar Vermelho a caminho da terra prometida? Para além disso o problema da Kakinda é das coisas de cá à baixo e disso são os homens que se encarregam com ajuda necessária e indispensável de Deus.


Nzoji regressou a casa insatisfeito e explicou a esposa qual foi a resposta do Padre.
A sua esposa, insatisfeita, propôs ao marido para abandonar as suas ligações com a Igreja Católica e aderir a um grupo religioso independente daqueles que proliferam.
No dia seguinte, a vizinha, que soube da doença, chegou e propôs para que fossem a Igreja dos Anjos Brancos, com o pretexto de que curam todas as enfermidades por meio de rezas e outras práticas que só os iniciados na doutrina daquela denominação religiosa entendem. O casal aderiu, automaticamente, o caminho que lhes foi apresentado. Dirigiram-se a Igreja e foram bem acolhidos para o ambiente esotérico que banha aquela instituição religiosa, onde a irmandade é total, o todo parece um, etc.


Kakinda ficou naquela instituição religiosa durante um mês a ser exorcizada; o resto que aconteceu não pudemos ter acesso, por isso não podemos reportar nem adivinhar.
Passaram nove meses, a senhora deu a luz num ambiente de muita chuva. O bebé foi-lhe atribuído o nome de Kanvula (chuva). Alguns meses depois começaram sérios problemas financeiros decorrentes do despedimento injusto de Nzoji. Nesta atmosfera em que o alho existencial imperava, Nzoji começou a professar a Igreja Universal do Reino de Deus, com realce para as reuniões da prosperidade financeira. Os dízimos são tão altos que rompeu com a economia nuclear. Nzoji abandonou a Igreja Universal do …
 

Hermenêutica

 
A proliferação religiosa de tipo sectário é um mal que caracteriza os nossos dias, daí que temos agora a necessidade de a partir das linhas apresentadas na nossa estória acima, sugar algumas ideias subjacentes de acordo com a interpretação Teológica e Sociológica e talvez de outras ciências afins, tal como afirmamos nas linhas que precedem. (…)


A expansão vertiginosa de seitas e suas prostitutas que transformaram Deus num Hipercorno subtil tem consequências nefastas para a dignidade humana, porque muitos desses grupos da New Age (nova era) prosseguem fins mafiosos, criminosos: tráfico de drogas, de pessoas e seus órgãos, feitiçaria, terrorismo, etc.


Os outros pontos que podemos retirar são:


a) Mercantilismo religioso. Quando as pessoas rezam, oram e entendem que todas as preces, não visam somente estabelecer uma relação com Deus, mas pedir a Ele só nos momentos de aflição para que lhes possa responder de acordo com as suas vontades e paixões;

b) Deus à vontade dos homens. Aqui o agir de Deus é absolutamente de acordo com a vontade humana, assim entendem as prostitutas religiosas;

c) Muitas denominações que usam Deus, tal como acontece com as prostitutas: tal como as prostitutas vão com qualquer pessoa desde que o dinheiro entre, assim também o fazem muitos homens e mulheres passeando de Igreja em Igreja… e d) Deus como o Grande Corno Universal. Cristo que também é Deus apresentou-se como a Cabeça da Igreja, ou seja, como o esposo. Os religiosos ao trocarem de denominação em denominação, em nome do mesmo esposo, na verdade traem-No transformando-O num autêntico Corno Universal. Portanto, a relação entre Deus e os homens não pode ser na base da promiscuidade, tal como tem sido no mundo de ontem e talvez com mais vigor na contemporaneidade, dai que é necessário uma evangelização séria, que vai de acordo com os cânones da religiosidade autêntica e da cultura tradicional Bantu. Com este dado respeitaríamos o grande e actual problema da missionação – a inculturação.  

 
Presidência acusada de recusar carta da OMUNGA Versão para impressão
Sexta, 12 Março 2010 21:32

NOTA DE IMPRENSA
 
PRESIDÊNCIA RECUSA-SE A RECEBER CARTA DA OMUNGA

 


 
A OMUNGA vem a público reclamar o facto da presidência da República não ter aceite receber a carta que dirigiu ao Exmo. Sr. Presidente da República, a 10 de Março de 2010, com a REF.ª: OM/ 042 /10, com o ASSUNTO: RECLAMAÇÃO CONTRA AS DEMOLIÇÕES NA CIDADE DO LUBANGO (em anexo).

 
A OMUNGA aproveita ainda para expor a sua indignação por tal facto que considera um desrespeito ao cidadão e às organizações da sociedade civil.

 
De forma a que não venham a surgir justificativas de não intervenção por parte do Presidente da República, por falta de informação sobre as acções de demolições massivas que estão a ocorrer na cidade do Lubango, a OMUNGA solicita a todos os meios de comunicação públicos e privados que publiquem e divulguem a referida carta.
 
 
José António Martins Patrocínio
Coordenador

 
Padre Tati recebe mantimento da Igréja Metodista Versão para impressão
Sexta, 12 Março 2010 21:20

Lisboa - Um grupo da Igreja Metodista em Cabinda,  aplica-se  em prestar ajuda, ao antigo Vigario geral do Enclave, Padre Raúl Tati que se encontra detido na prisão do Yabe  por suposto crime contra a segurança de Estado.  O apoio dos religiosos, dirigido pelo Pastor Fabio e   destina-se em pregar em prol do padre católico e  levar  mantimento ao mesmo  que por sua vez ajuda outros prisioneiros na sua condição. 


Fonte: Club-k.net

Igréja  Catolica se abstem em exigir liberdade do  padre

A Igreja Católica ao qual o padre pertence  é tido como ausente quanto as prisões que ocorreram naquela província que resultou na detenção do seu sacerdote e de outros activistas dos direitos humanos. Dom Filomeno Vieira Dias, o  Bispo de Cabinda, chegou a visitar o padre por duas vezes, o que corresponde a um numero bastante reduzido comparado com o papel que os protestante prestam,  em favor dos encarcerados naquela província.


"Já estive com o padre. Esperamos que as coisas se esclareçam o quanto antes e que ele possa sair ilibado da acusação que lhe é posta. Estamos a acompanhar o caso, vemos isto com certa preocupação e esperamos que tudo se resolva da melhor forma e o padre possa estar no convívio do dia a dia", disse, a Lusa no passado mês de Janeiro,  D. Filomeno Vieira Dias, numa curta declaração telefónica a partir de Cabinda.


De acordo com um observador no terreno, a  rotina do padre é considerada “normal”. Embora esteja fisicamente magro, devido a situação corrente,  Raul Tati é descrito como estando moralmente  forte no que diz respeito as  suas convicções. Esta com a barba e o cabelo grande semelhante a imagem de Jesus Cristo. Segundo o obserrvador, quando o padre é  aconselhado pelos prisioneiros a cortar responde que esta sua  forma de estar,  é a “força  da sua resistência”. 


O mesmo ocupa a cela 18, onde no passado esteve Fernando Lelo (Belchior Tati, cela 14, Francisco Luemba cela 12).  Apenas vê os  outros  “colegas”  quando é hora  de os  detidos apanharem sol  no pátio da cadeia. De quando em vez, passa o  tempo a ler Jornais privados que lhe são enviados por pessoas próximas. Em alguns casos, segundo a nossa fonte, a entrada dos semanários independentes é  vetada por   reeducador da prisão, identificado por Alexandre. 


As condições da unidade prisional de Cabinda dirigida pelo “chefe” Januario “Cúcú”  são tidas como poucas “dignas”. Os  presos tem  rogado  por assistência a fim de se ajudar  um dos dois camponeses que levou tiro nas nadegas ao ser confundido com guerrilheiro da FLEC, horas depois do  ataque contra a seleção de jogadores do  Togo em Massadi, por altura do CAN 2010 realizado no nosso país. 

 
As mulheres em Março, as mulheres sempre! - Nelson Pestana Versão para impressão
Sexta, 12 Março 2010 20:40

Luanda - Para alguns, em Março, as mulheres saem dos guarda-fatos. Sacodem-lhes o pó, lavam-lhes a cara. Atrás delas vêm os seus algozes que sorriem, trazem flores e fazem discursos enfadonhos sobre a sua valorização. São as comemorações de Março mulher que tendem à trivialização.

Fonte: Club-k.net

ImagePara outros, Março  é sempre motivo de reflexão em torno das mulheres. Alguns privilegiam o ente querido, valorizando razões sentimentais, outros abordam a mulher como ser social, questionando sobre o seu papel na comunidade. Ouve-se então a repetição da velha retórica nacional de que a mulher sempre desempenhou o seu papel na sociedade. Na luta de libertação esteve ao lado dos seus companheiros, sempre esteve ao lado do homem. Algumas mulheres, garbosas, repetem, até a exaustão, que “por detrás de um grande homem está sempre uma grande mulher”.


Sempre considerei estas parangonas a viva denúncia do misoginismo nacional. Um misogenismo, associado ao narcisismo machista, que não consegue aceitar a ideia de que a mulher não se define em função de um centro que é  o homem mas sim por ela própria. Vemos aqui uma continuidade do inquinado discurso sobre a emancipação da mulher. Alguns dos arautos deste discurso estão sempre a repetir que “a mulher sempre teve o seu lugar”, não se dando conta da contradição em que entram; pois, se a mulher sempre teve o seu lugar, então para quê promover um discurso de emancipação?


A emancipação da mulher precisa de um discurso, de uma racionalização, mas mais do que isto tem que ser uma acção concreta e constante. Para isto, tem que se libertar das suas próprias contradições. Na minha perspectiva a luta emancipadora da mulher (absolutamente necessária) está  viciada por dentro, na medida que são as próprias mulheres, que tendo assimilado a ordem misógina, a reproduzem na família e na sociedade. Já o disse em relação a violência na família. Se as mulheres aceitam, praticam e reproduzem como natural a ordem hierárquica da violência, no interior da família, fazendo dos filhos ou outros menores suas vítimas disciplinadas, essa violência acabará, mais cedo ou mais tarde, abatendo-se sobre elas. Em relação a papel preponderante que a mulher tem na sociedade costuma-se dizer que quando se educa um rapaz se educa um homem, quando se educa uma rapariga se educa uma sociedade. Na estrutura social que permanece, isto é bem verdade, para bem ou para mal, no sentido que é a mulher que tem um papel relevante na educação das crianças. Ora é ela que educa de forma diferenciada os filhos e as filhas, reproduzindo a ordem da misoginia. 


É por estas razões que acho que a luta de emancipação da mulher, em vez de visar temas no abstracto, procurando mais uma acção legitimadora da ordem existente, devia procurar temas que pudessem questionar a ordem vigente e, nomeadamente, o autoritarismo. Não chega falar de boa governação, sem qualquer outro desenvolvimento intelectivo, sem que haja uma produção concreta de sentido, sem que o debate procure desmontar os pilares da velha ordem autoritária e misógina e alicerce o estabelecimento de uma nova ordem social, no interior das instituições, a começar por essa instituição de base que é a família. Quanto menos autoritárias forem as relações no interior deste núcleo de base, mais facilmente se poderá esperar que as demais instituições funcionem de forma mais justa.


E é sobre justiça que se deve falar ao recordar o dia internacional da Mulher. Parece que aqueles que comemoram este dia têm interesse em o afastar da sua origem. A consagração do dia foi feita em homenagem às mulheres que se bateram pelos seus direitos, por melhores condições de trabalho e direito de voto. Hoje, cem anos depois, pode entender-se como um direito de participação. Por isto, falar de mulheres em Março é  também questionar a sua relação com o mundo laboral. Março mulher devia pois ser a ocasião para falarmos da estrutura de oportunidades do país, acabando com as desigualdades e, designadamente, as desigualdades sexistas, em todos os lugares e formas de realização da cidadania, falando da valorização do trabalho e, nomeadamente, do trabalho feminino e das suas condições concretas. Seria também a oportunidade de falar dos referentes simbólicos.

E, por isto, em cada Março relembro também as mulheres com poesia:     

Manhã  de frutas


Desperto debaixo desse sorriso

E murmurando teu nome, poiso leve

Um beijo meigo, na tua fronte


Falo de ti mulher

E não de outra

Ou da figura que transborda

Dos discursos acalorados


Nesta manhã de frutas,

Mãos limpas, céu leve

Janelas abertas e poesia,

Supremo reino: mulher,


Tu que encurtas o pecado,

Me enxugas o rosto,

Me adoças o café e o estar.


Falo de ti,

(minha Nginga anónima

Rainha, guerreira e bela)

Apenas balbuciando teu nome!

(Namibe, 1987)

 
Moco evita liderar novo partido Versão para impressão
Terça, 09 Março 2010 18:45

Lisboa - Marcolino Moco tem estado a ser objecto de incitamentos provindos de personalidades da sociedade civil, algumas das quais ligadas a pequenos partidos, tendo em vista impulsionar e liderar a criação de uma nova força partidária (na perspectiva dos seus mentores apresentada como aglutinadora de camadas que se afastaram ou não se reconhecem nos partidos tradicionais).


Fonte: AM

Não se tem mostrado receptivo aos apelos

Um dos argumentos justificativos da oportunidade da criação de um tal partido é a de que o MPLA, apoiado no seu poder e influências, está aplicado em reduzir os partidos ainda representativos a “entidades decorativas”, como recentemente  ficou demonstrado com o PRS. Um partido prestigiado e independente pode obstar a isso.


M Moco não se tem mostrado receptivo aos apelos. Invoca argumentos como o de que a degradação do ambiente democrático no país (menos em Luanda/mais no interior), é muito desfavorável ao aparecimento e afirmação de um novo partido; a imprensa controlada pelo regime é dominante. 

 
Rodrigues Mingas descarta rumores sobre alegado rapto Versão para impressão
Terça, 09 Março 2010 02:47

Lisboa - Nos contactos que estabeleceu nos últimos dias, Rodrigues Mingas, líder da FLEC- Posição Militar qualificou/considerou como “propaganda do MPLA”, as  informações postas a circular e que dão conta que  terá sido alvo de um rapto e de seguida embarcado para Angola.

 

Fonte: Club-k.net

Na sua percepção subscrita pelos que lhe rodeiam, o assunto “rapto” deverá ser uma estratégias do governo angolano que procura testar a reação da comunidade internacional sobre uma eventualidade do caso vir acontecer. Esta neste momento em França.  Diz tomar atenção especial a sua segurança física e  não atende qualquer telefonema.


A quando ao ataque contra seleção do Togo reivindicou a acção militar a partir de Luxemburgo. Dias depois esteve na Bélgica, o que causou inquietação quanto ao seu paradeiro.

 
Rui Castro na linha de sucessão para DG da TPA Versão para impressão
Sexta, 05 Março 2010 19:43

Lisboa - Rui de Castro, responsável da Orion, empresa de publicidade ligada ao MPLA é apontado, em meios jornalísticos, como a provável figura a ser nomeada ao posto de director geral da televisão publica de Angola (TPA) em substituição da comissão de gestão dirigira por Hélder Barber, cujo mandato cessou (anunciado em escrito colocado na vitrine da televisão).

Fonte: Club-k.net

É considerado “quadro competente”. Há três anos atrás, o seu nome perfilava nas propostas para chefiar a televisão porém objectada pelo então Ministro da comunicação social, Manuel Rabelais.


O último director geral da TPA foi Fernando  Cunha, um economista angolano cuja reputação de “bom gestor” é reconhecida entre os funcionários da empresa.  Foi demitido em favor de uma agenda do antigo Ministro Manuel Rabelais que pretendia criar um Conselho de Administração e de seguida  nomear a filha do presidente da Republica, Tchizé dos Santos (na foto) como responsável máxima. 


Embora os funcionários da TPA, desejam “agora” que Tchize dos Santos fique directora da estação de televisão, a iniciativa enfrenta objeção de  JES que  é contra estas praticas de nepotismo. A própria jovem é também citada como “já não quer mais” ser a gestora numero um daquela empresa estatal.


 

 
Parentesco de Ana Lemos e Ana Paula dos Santos Versão para impressão
Quarta, 03 Março 2010 23:59

Lisboa – Estão a ser retificadas as insinuações que circulam na TPA, segundo a qual a apresentadora do telejornal, Ana Lemos tem grau de parentesco com a primeira dama,  Ana Paula Cristovão Lemos dos Santos. Correntes geralmente bem informadas esclarecem que não há nenhum  vinculo familiar entre ambas havendo apenas  coincidência do sobrenome “Lemos”. (Ana Lemos é originaria do Município de Kimbele-Uíge ao contrario de Ana Paula dos Santos  que é de Luanda.)


Fonte: Club-k.net


Tais insinuações, segundo observação interna, terá ganho suporte logo após a apresentadora ter sido escolhida pelos serviços de apoio da presidência  para acompanhar a primeira dama  numa das suas  deslocações ao estrangeiro. No seu regresso, segundo a mesma “observação”,  Ana Lemos teria sido convidada a levar o seu filho na tradicional,  festa de fim de ano que o casal presidencial promove para as crianças em  Angola. Fez um  retrato (que esta no seu telemóvel)  da primeira dama e do seu filho que de seguida  partilhou  com as colegas da TPA   tendo causado impressão da existência de familiaridade entre ambas.


Ana Lemos passou a ser “temida” na TPA e estando inclusive associada a precipitação que levou ao  afastamento de dois pivôs do telejornal, que lhe faziam concorrência,  Edgar Cunha e Fernanda Manuel. De inicio os funcionários daquela empresa conotavam  o seu protagonismo, a suposta ligação ao inexistente parentesco com a primeira dama angolana. Mais tarde, ficou a  saber-se que para alem de ter tido o apoio do então Ministro Manuel Rabelais, a mesma havia se amigado com um assessor do  Ministério da Comunicação Social, Gaspar Santos. É descrita como estando prejudicada  com o afastamento da entourage de Manuel Rabelais.


No passado era também vista  como gozando de  influencia junto do circulo presidencial. Esta impressão era causada por ter sido na altura a “melhor amiga” do então assessor presidencial, José Maria. A nível do regime, Ana Lemos é irmã de um economista,  Celso Rosa ligado a Administração da ENANA.

 
Media Nova interessada no Novo Jornal Versão para impressão
Terça, 02 Março 2010 01:51

Lisboa - A Media Nova (MN), manifesta se apreensível em avançar com uma proposta para a compra do Novo Jornal, na seqüência da orfandade precipitada pela retirada do apoio financeiro da ESCOM. 

Fonte: Club-k.net


Por sua vez, ao tomar conhecimento de tal desejo, a  direcção do NJ afasta alguma hipótese de vir a ficar sob a paternidade da MN. Nas apreciações feitas pela  direcção do NJ  é notada  a apreensão  acerca de uma alegada crise  financeira da  Media Nova reflectida nos atrasos de salários dos seus trabalhadores. 


A Media Nova é um  grupo de comunicação privado  ligado a elementos do circulo presidencial com destaque ao  general Manuel Helder Vieira Dias “Kopelipa”.  A sua intenção em comprar ações no Novo Jornal é entendida em meios cépticos como medida destinada a atassalhar toda media em Angola


Presumíveis razões   apontadas como estando na base da recusa da direcção do Novo Jornal:


- O NJ perderia créditos passando a ser visto/conotado como instrumento do circulo presidencial/regime.

- O seu DG adjunto, Gustavo Costa que é um jornalista que assina uma coluna muito lida em círculos político seria sacrificado pelo “novos” donos do Jornal.

- Seri-lhe-a feita imposição de uma linha editorial favorável aos interesses dos novos patrocinadores

- Precisam escamotear a impressão de que o Jornal em si enfrenta crise financeira o que prejudicaria a sua imagem

- Não seriam aceites criticas contra JES tendo em conta que a MN pertence a elementos do gabinete do PR.

- A NM iria sacrificar o cartonista  do NJ, Sergio Piçarra;  num passado não muito distante esteve em vias de estar ligado a algum projecto da  UNITEL porem, quando  a acionista Isabel dos Santos  veio a saber, vetou-lhe sob alegação de que o mesmo terá criticado o seu pai numa das suas caricaturas.

- Pretende esvaziar  a idéia de que o Jornal vive uma crise financeira (O jornal deixou de ser a cores e os cadernos saíram em bloco ao invés de separados. Aos leitores, a publicação apresentou um pedido de esclarecimento atribuindo a uma suposta “falha técnica”.)


De recordar que o Novo Jornal é um investimento da ESCOM, que é uma  empresa do grupo  português Espírito Santo, que através do Banco Espírito Santo Angola (BESA) tem  interesses na New Media Angola. (Isabel dos Santos detém parte do capital do BESA). O seu custo inicial envolveu a absorção de cerca de 1, 7 milhões de dólares.

 
<< Início < Anterior 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 Seguinte > Final >>

Pág. 1 de 35

publicidade

PONTO DENCONTRO ANGOLANO

  • + Recentes

  • Comentários + Recentes

Última Hora: Regime anuncia que vai julgar Padre...
Estes homens são inocentes! mpla não tem bases pra condenar estes intelectuais.por favor mlpa,pra de mentir o povo!já nao basta do menino Ngangula!A guerrilha de cabinda é conhecido em todo mundo desde 1963!em pricipio cabinda nunca foi angola,MPLA apenas vive forcando o povo de cainda de ser an...
Filha de “Nandó” desdramatiza rumores
Uma agulha pode salvar a vida de alguém com começo de AVC. Vale a pena 2 min de leitura. Uma agulha pode salvar a vida de um paciente com princípios de derrame... ito por uma professora chinesa. Guarde uma seringa ou uma agulha para fazer isto - é um método inconvencional para recuperar al...
Subversão do programa da UNITA
epena afinal o sinfo so esta vocacionado para penalizar a unita ojes este programa e antigo desta vez vamos a pancadaria

Entrada & autenticação