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Presidência acusada de recusar carta da OMUNGA |
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Sexta, 12 Março 2010 21:32 |
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NOTA DE IMPRENSA PRESIDÊNCIA RECUSA-SE A RECEBER CARTA DA OMUNGA
A OMUNGA vem a público reclamar o facto da presidência da República não ter aceite receber a carta que dirigiu ao Exmo. Sr. Presidente da República, a 10 de Março de 2010, com a REF.ª: OM/ 042 /10, com o ASSUNTO: RECLAMAÇÃO CONTRA AS DEMOLIÇÕES NA CIDADE DO LUBANGO (em anexo).
A OMUNGA aproveita ainda para expor a sua indignação por tal facto que considera um desrespeito ao cidadão e às organizações da sociedade civil.
De forma a que não venham a surgir justificativas de não intervenção por parte do Presidente da República, por falta de informação sobre as acções de demolições massivas que estão a ocorrer na cidade do Lubango, a OMUNGA solicita a todos os meios de comunicação públicos e privados que publiquem e divulguem a referida carta. José António Martins Patrocínio Coordenador |
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Padre Tati recebe mantimento da Igréja Metodista |
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Sexta, 12 Março 2010 21:20 |
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Lisboa - Um grupo da Igreja Metodista em Cabinda, aplica-se em prestar ajuda, ao antigo Vigario geral do Enclave, Padre Raúl Tati que se encontra detido na prisão do Yabe por suposto crime contra a segurança de Estado. O apoio dos religiosos, dirigido pelo Pastor Fabio e destina-se em pregar em prol do padre católico e levar mantimento ao mesmo que por sua vez ajuda outros prisioneiros na sua condição.
Fonte: Club-k.net
Igréja Catolica se abstem em exigir liberdade do padre
A Igreja Católica ao qual o padre pertence é tido como ausente quanto as prisões que ocorreram naquela província que resultou na detenção do seu sacerdote e de outros activistas dos direitos humanos. Dom Filomeno Vieira Dias, o Bispo de Cabinda, chegou a visitar o padre por duas vezes, o que corresponde a um numero bastante reduzido comparado com o papel que os protestante prestam, em favor dos encarcerados naquela província.
"Já estive com o padre. Esperamos que as coisas se esclareçam o quanto antes e que ele possa sair ilibado da acusação que lhe é posta. Estamos a acompanhar o caso, vemos isto com certa preocupação e esperamos que tudo se resolva da melhor forma e o padre possa estar no convívio do dia a dia", disse, a Lusa no passado mês de Janeiro, D. Filomeno Vieira Dias, numa curta declaração telefónica a partir de Cabinda.
De acordo com um observador no terreno, a rotina do padre é considerada “normal”. Embora esteja fisicamente magro, devido a situação corrente, Raul Tati é descrito como estando moralmente forte no que diz respeito as suas convicções. Esta com a barba e o cabelo grande semelhante a imagem de Jesus Cristo. Segundo o obserrvador, quando o padre é aconselhado pelos prisioneiros a cortar responde que esta sua forma de estar, é a “força da sua resistência”.
O mesmo ocupa a cela 18, onde no passado esteve Fernando Lelo (Belchior Tati, cela 14, Francisco Luemba cela 12). Apenas vê os outros “colegas” quando é hora de os detidos apanharem sol no pátio da cadeia. De quando em vez, passa o tempo a ler Jornais privados que lhe são enviados por pessoas próximas. Em alguns casos, segundo a nossa fonte, a entrada dos semanários independentes é vetada por reeducador da prisão, identificado por Alexandre.
As condições da unidade prisional de Cabinda dirigida pelo “chefe” Januario “Cúcú” são tidas como poucas “dignas”. Os presos tem rogado por assistência a fim de se ajudar um dos dois camponeses que levou tiro nas nadegas ao ser confundido com guerrilheiro da FLEC, horas depois do ataque contra a seleção de jogadores do Togo em Massadi, por altura do CAN 2010 realizado no nosso país.
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As mulheres em Março, as mulheres sempre! - Nelson Pestana |
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Sexta, 12 Março 2010 20:40 |
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Luanda - Para alguns, em Março, as mulheres saem dos guarda-fatos. Sacodem-lhes o pó, lavam-lhes a cara. Atrás delas vêm os seus algozes que sorriem, trazem flores e fazem discursos enfadonhos sobre a sua valorização. São as comemorações de Março mulher que tendem à trivialização.
Fonte: Club-k.net
Para outros, Março é sempre motivo de reflexão em torno das mulheres. Alguns privilegiam o ente querido, valorizando razões sentimentais, outros abordam a mulher como ser social, questionando sobre o seu papel na comunidade. Ouve-se então a repetição da velha retórica nacional de que a mulher sempre desempenhou o seu papel na sociedade. Na luta de libertação esteve ao lado dos seus companheiros, sempre esteve ao lado do homem. Algumas mulheres, garbosas, repetem, até a exaustão, que “por detrás de um grande homem está sempre uma grande mulher”.
Sempre considerei estas parangonas a viva denúncia do misoginismo nacional. Um misogenismo, associado ao narcisismo machista, que não consegue aceitar a ideia de que a mulher não se define em função de um centro que é o homem mas sim por ela própria. Vemos aqui uma continuidade do inquinado discurso sobre a emancipação da mulher. Alguns dos arautos deste discurso estão sempre a repetir que “a mulher sempre teve o seu lugar”, não se dando conta da contradição em que entram; pois, se a mulher sempre teve o seu lugar, então para quê promover um discurso de emancipação?
A emancipação da mulher precisa de um discurso, de uma racionalização, mas mais do que isto tem que ser uma acção concreta e constante. Para isto, tem que se libertar das suas próprias contradições. Na minha perspectiva a luta emancipadora da mulher (absolutamente necessária) está viciada por dentro, na medida que são as próprias mulheres, que tendo assimilado a ordem misógina, a reproduzem na família e na sociedade. Já o disse em relação a violência na família. Se as mulheres aceitam, praticam e reproduzem como natural a ordem hierárquica da violência, no interior da família, fazendo dos filhos ou outros menores suas vítimas disciplinadas, essa violência acabará, mais cedo ou mais tarde, abatendo-se sobre elas. Em relação a papel preponderante que a mulher tem na sociedade costuma-se dizer que quando se educa um rapaz se educa um homem, quando se educa uma rapariga se educa uma sociedade. Na estrutura social que permanece, isto é bem verdade, para bem ou para mal, no sentido que é a mulher que tem um papel relevante na educação das crianças. Ora é ela que educa de forma diferenciada os filhos e as filhas, reproduzindo a ordem da misoginia.
É por estas razões que acho que a luta de emancipação da mulher, em vez de visar temas no abstracto, procurando mais uma acção legitimadora da ordem existente, devia procurar temas que pudessem questionar a ordem vigente e, nomeadamente, o autoritarismo. Não chega falar de boa governação, sem qualquer outro desenvolvimento intelectivo, sem que haja uma produção concreta de sentido, sem que o debate procure desmontar os pilares da velha ordem autoritária e misógina e alicerce o estabelecimento de uma nova ordem social, no interior das instituições, a começar por essa instituição de base que é a família. Quanto menos autoritárias forem as relações no interior deste núcleo de base, mais facilmente se poderá esperar que as demais instituições funcionem de forma mais justa.
E é sobre justiça que se deve falar ao recordar o dia internacional da Mulher. Parece que aqueles que comemoram este dia têm interesse em o afastar da sua origem. A consagração do dia foi feita em homenagem às mulheres que se bateram pelos seus direitos, por melhores condições de trabalho e direito de voto. Hoje, cem anos depois, pode entender-se como um direito de participação. Por isto, falar de mulheres em Março é também questionar a sua relação com o mundo laboral. Março mulher devia pois ser a ocasião para falarmos da estrutura de oportunidades do país, acabando com as desigualdades e, designadamente, as desigualdades sexistas, em todos os lugares e formas de realização da cidadania, falando da valorização do trabalho e, nomeadamente, do trabalho feminino e das suas condições concretas. Seria também a oportunidade de falar dos referentes simbólicos.
E, por isto, em cada Março relembro também as mulheres com poesia:
Manhã de frutas
Desperto debaixo desse sorriso
E murmurando teu nome, poiso leve
Um beijo meigo, na tua fronte
Falo de ti mulher
E não de outra
Ou da figura que transborda
Dos discursos acalorados
Nesta manhã de frutas,
Mãos limpas, céu leve
Janelas abertas e poesia,
Supremo reino: mulher,
Tu que encurtas o pecado,
Me enxugas o rosto,
Me adoças o café e o estar.
Falo de ti,
(minha Nginga anónima
Rainha, guerreira e bela)
Apenas balbuciando teu nome!
(Namibe, 1987) |
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Moco evita liderar novo partido |
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Terça, 09 Março 2010 18:45 |
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Lisboa - Marcolino Moco tem estado a ser objecto de incitamentos provindos de personalidades da sociedade civil, algumas das quais ligadas a pequenos partidos, tendo em vista impulsionar e liderar a criação de uma nova força partidária (na perspectiva dos seus mentores apresentada como aglutinadora de camadas que se afastaram ou não se reconhecem nos partidos tradicionais).
Fonte: AM
Não se tem mostrado receptivo aos apelos
Um dos argumentos justificativos da oportunidade da criação de um tal partido é a de que o MPLA, apoiado no seu poder e influências, está aplicado em reduzir os partidos ainda representativos a “entidades decorativas”, como recentemente ficou demonstrado com o PRS. Um partido prestigiado e independente pode obstar a isso.
M Moco não se tem mostrado receptivo aos apelos. Invoca argumentos como o de que a degradação do ambiente democrático no país (menos em Luanda/mais no interior), é muito desfavorável ao aparecimento e afirmação de um novo partido; a imprensa controlada pelo regime é dominante.
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Rodrigues Mingas descarta rumores sobre alegado rapto |
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Terça, 09 Março 2010 02:47 |
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Lisboa - Nos contactos que estabeleceu nos últimos dias, Rodrigues Mingas, líder da FLEC- Posição Militar qualificou/considerou como “propaganda do MPLA”, as informações postas a circular e que dão conta que terá sido alvo de um rapto e de seguida embarcado para Angola.
Fonte: Club-k.net
Na sua percepção subscrita pelos que lhe rodeiam, o assunto “rapto” deverá ser uma estratégias do governo angolano que procura testar a reação da comunidade internacional sobre uma eventualidade do caso vir acontecer. Esta neste momento em França. Diz tomar atenção especial a sua segurança física e não atende qualquer telefonema.
A quando ao ataque contra seleção do Togo reivindicou a acção militar a partir de Luxemburgo. Dias depois esteve na Bélgica, o que causou inquietação quanto ao seu paradeiro.
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Rui Castro na linha de sucessão para DG da TPA |
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Sexta, 05 Março 2010 19:43 |
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Lisboa - Rui de Castro, responsável da Orion, empresa de publicidade ligada ao MPLA é apontado, em meios jornalísticos, como a provável figura a ser nomeada ao posto de director geral da televisão publica de Angola (TPA) em substituição da comissão de gestão dirigira por Hélder Barber, cujo mandato cessou (anunciado em escrito colocado na vitrine da televisão).
Fonte: Club-k.net
É considerado “quadro competente”. Há três anos atrás, o seu nome perfilava nas propostas para chefiar a televisão porém objectada pelo então Ministro da comunicação social, Manuel Rabelais.
O último director geral da TPA foi Fernando Cunha, um economista angolano cuja reputação de “bom gestor” é reconhecida entre os funcionários da empresa. Foi demitido em favor de uma agenda do antigo Ministro Manuel Rabelais que pretendia criar um Conselho de Administração e de seguida nomear a filha do presidente da Republica, Tchizé dos Santos (na foto) como responsável máxima.
Embora os funcionários da TPA, desejam “agora” que Tchize dos Santos fique directora da estação de televisão, a iniciativa enfrenta objeção de JES que é contra estas praticas de nepotismo. A própria jovem é também citada como “já não quer mais” ser a gestora numero um daquela empresa estatal.
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Parentesco de Ana Lemos e Ana Paula dos Santos |
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Quarta, 03 Março 2010 23:59 |
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Lisboa – Estão a ser retificadas as insinuações que circulam na TPA, segundo a qual a apresentadora do telejornal, Ana Lemos tem grau de parentesco com a primeira dama, Ana Paula Cristovão Lemos dos Santos. Correntes geralmente bem informadas esclarecem que não há nenhum vinculo familiar entre ambas havendo apenas coincidência do sobrenome “Lemos”. (Ana Lemos é originaria do Município de Kimbele-Uíge ao contrario de Ana Paula dos Santos que é de Luanda.)
Fonte: Club-k.net
Tais insinuações, segundo observação interna, terá ganho suporte logo após a apresentadora ter sido escolhida pelos serviços de apoio da presidência para acompanhar a primeira dama numa das suas deslocações ao estrangeiro. No seu regresso, segundo a mesma “observação”, Ana Lemos teria sido convidada a levar o seu filho na tradicional, festa de fim de ano que o casal presidencial promove para as crianças em Angola. Fez um retrato (que esta no seu telemóvel) da primeira dama e do seu filho que de seguida partilhou com as colegas da TPA tendo causado impressão da existência de familiaridade entre ambas.
Ana Lemos passou a ser “temida” na TPA e estando inclusive associada a precipitação que levou ao afastamento de dois pivôs do telejornal, que lhe faziam concorrência, Edgar Cunha e Fernanda Manuel. De inicio os funcionários daquela empresa conotavam o seu protagonismo, a suposta ligação ao inexistente parentesco com a primeira dama angolana. Mais tarde, ficou a saber-se que para alem de ter tido o apoio do então Ministro Manuel Rabelais, a mesma havia se amigado com um assessor do Ministério da Comunicação Social, Gaspar Santos. É descrita como estando prejudicada com o afastamento da entourage de Manuel Rabelais.
No passado era também vista como gozando de influencia junto do circulo presidencial. Esta impressão era causada por ter sido na altura a “melhor amiga” do então assessor presidencial, José Maria. A nível do regime, Ana Lemos é irmã de um economista, Celso Rosa ligado a Administração da ENANA.
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Media Nova interessada no Novo Jornal |
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Terça, 02 Março 2010 01:51 |
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Lisboa - A Media Nova (MN), manifesta se apreensível em avançar com uma proposta para a compra do Novo Jornal, na seqüência da orfandade precipitada pela retirada do apoio financeiro da ESCOM.
Fonte: Club-k.net
Por sua vez, ao tomar conhecimento de tal desejo, a direcção do NJ afasta alguma hipótese de vir a ficar sob a paternidade da MN. Nas apreciações feitas pela direcção do NJ é notada a apreensão acerca de uma alegada crise financeira da Media Nova reflectida nos atrasos de salários dos seus trabalhadores.
A Media Nova é um grupo de comunicação privado ligado a elementos do circulo presidencial com destaque ao general Manuel Helder Vieira Dias “Kopelipa”. A sua intenção em comprar ações no Novo Jornal é entendida em meios cépticos como medida destinada a atassalhar toda media em Angola
Presumíveis razões apontadas como estando na base da recusa da direcção do Novo Jornal:
- O NJ perderia créditos passando a ser visto/conotado como instrumento do circulo presidencial/regime.
- O seu DG adjunto, Gustavo Costa que é um jornalista que assina uma coluna muito lida em círculos político seria sacrificado pelo “novos” donos do Jornal.
- Seri-lhe-a feita imposição de uma linha editorial favorável aos interesses dos novos patrocinadores
- Precisam escamotear a impressão de que o Jornal em si enfrenta crise financeira o que prejudicaria a sua imagem
- Não seriam aceites criticas contra JES tendo em conta que a MN pertence a elementos do gabinete do PR.
- A NM iria sacrificar o cartonista do NJ, Sergio Piçarra; num passado não muito distante esteve em vias de estar ligado a algum projecto da UNITEL porem, quando a acionista Isabel dos Santos veio a saber, vetou-lhe sob alegação de que o mesmo terá criticado o seu pai numa das suas caricaturas.
- Pretende esvaziar a idéia de que o Jornal vive uma crise financeira (O jornal deixou de ser a cores e os cadernos saíram em bloco ao invés de separados. Aos leitores, a publicação apresentou um pedido de esclarecimento atribuindo a uma suposta “falha técnica”.)
De recordar que o Novo Jornal é um investimento da ESCOM, que é uma empresa do grupo português Espírito Santo, que através do Banco Espírito Santo Angola (BESA) tem interesses na New Media Angola. (Isabel dos Santos detém parte do capital do BESA). O seu custo inicial envolveu a absorção de cerca de 1, 7 milhões de dólares.
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